Morro um pouco todos os dias...
Não de morte matada,
mas de morte morrida...
Morro de tristeza
e às vezes de alegria...
Morro pela mentira,
pela violência que assola a vida...
Morro um pouco a cada dia...
Morte morrida...
Morte que vem aos poucos...
Um pouco a cada dia...
Morro de decepção por ver
o homem comendo lixo,
mulheres sendo presas com bandidos,
tanta guerra, tanto vício...
Morro de morte morrida...
Morte que vem devagar,
vem um pouco a cada dia...
Morro de tristeza, morro de agonia...
Morro pelos poetas e por suas poesias...
Morro um pouco a cada dia...
Deixo meus versos e minhas poesias...
Quem sabe o mundo não morra
mais como eu de morte morrida,
de morte lenta, morte sofrida.
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