10 de mar. de 2008

PROMESSAS


promessas
suas
jogadas
agora na rua
vejo
seu dedo em riste
apontando para mim
cuspindo
meus defeitos
falando como sempre
que você foi
o que somente você achava ser
promessas
todas vazias
e as palavras
ainda mais perdidas
e terminou
o que jamais deveria
ter começado
você com o dedo
em riste sujo
apontando para mim
promessas
que sempre escutei e suas palavras
sempre vazias

Um comentário:

  1. Muito tensa e bem escrita!
    Talvez um desabafo, uma crítica...
    porém poética.
    Gostei!

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