
eu contra mim
numa louca batalha
em guerra
razão e emoção
glória ou derrota
eu contra mim
contra o que sou
e contra quem eu queria ser
tantas batalhas
guerras
sem munição
apenas eu
como arma contra mim
apenas o que sou
contra o que penso ser
batalhas travadas
eu contra mim
se ganho eu perco
e se perco
me perco
e os dois de mim
morrem
eu vendo tudo
eu sobrevivendo a tudo
eu contra mim
contra os ventos do norte
contra as noites de sol
contra tudo
e a favor de tudo
minhas batalhas
e minhas guerras
sem armas
sem munições
apenas eu contra mim
Realmente uma batalha interminável.
ResponderExcluirUma batalha onde ora você ganha, ora perde...
Uma poesia forte, muito bem escrita, ótima!
Que os ventos do norte jamais te levem e que o sol das noites, jamais te queime...
Parabéns!