22 de jan. de 2008

MAIS UMA VEZ


mais uma vez
o vento silenciou
a voz
mais uma vez
o vento
arrastou
o corpo
mais uma vez
acordei
desesperado
sozinho
a máscara na cadeira
mais uma vez
os sonhos
se perderam
e me fizeram descrente
a máscara
na cadeira
eu na cama sozinho
com meus abusrdos
mais uma vez
deixei me levar
pelos sonhos
e por essa minha vontade
de acreditar
nas mentiras que conto
para mim
mais uma vez
a máscara na cadeira

Um comentário:

  1. Sem dúvida uma poesia enigmática, inteligente, ler e reler para não pecar no entendimento.
    Parabéns!

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