As brisasAgora
Estão frias
As bocas
Geladas
Mãos cobertas
As camas
Forradas
De cobertores
Os dias
Ficam curtos
As noites
Mais longas
Reina
A preguiça
A vontade
De ficar
De não sair
De ver
E sentir o sol
Os ventos
Agora
São cortantes
E as paixões mais quentes
Agora
Corpos se procuram
Bocas se beijam
E os abraços enfim
saem dos guarda- roupas
Nenhum comentário:
Postar um comentário