18 de jul. de 2009

DESORDEM*

deixastes
o coração
morto
deixastes
a desordem
nos pensamentos
no mundo
deixastes
a desordem
na minha paz
deixastes
morrer
o que havia
de melhor
em ti
deixastes
morrer
os momentos
e as noites
de abraços
e afagos
deixastes
a desordem
nos passos
deixastes
o mundo vazio
cheio de ecos
deixastes
as portas abertas
e o perfume teu no meu ar

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