de lápara cá
com os passos
atordoados
sua inquietação
de madrugada
luz
desligada
vela apagada
apenas
coração
aflito
e os ponteiros
que não param
desesperam
de lá
para cá
perdido
em pensamentos
na espera
que não acaba
sua inquietação
confessa
sua espera
a porta que não abre
telefone que não toca
e os passos
adormecidos
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