20 de ago. de 2009

JORNADA SEM VOLTA

Respiro fundo
Olho para trás
Para ver
O tanto
Que andei
E como andei
Por esses caminhos
Do meu mundo
Jornada sem volta
Caminhos
Sem volta
E quantos
E tantos passos
Dei
Tortos
Bambos
Respiro fundo
Não olho mais
Para trás
Há muito caminho
A minha frente
Jornada sem volta
Respiro, me levanto
Volto a caminhar

2 comentários:

  1. Poeta Eduardo!

    Caminha-se em frente sem medos
    o que nós andámos já é passado
    vias percorridas não têm segredos
    ao caminhar tudo nos é revelado

    Como sempre, é difícil escolher um só poema para comentar. Quanta inspiração, poeta! Abraço.

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  2. Parabéns. Gostaria de conhecer o seu trabalho.

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