17 de ago. de 2009

REVOLUCIONÁRIO

não posso
deixar
as poesias
guardadas
nas gavetas
não posso deixar
o sangue
preso dentro de mim
não posso
pensar em desistir
sou ator
poeta do imaginário
revolucionário
do meu tempo
da minha hora
não posso deixar
papéis em branco
sou poeta
revolucionário

Um comentário:

  1. Poeta Eduardo!

    Um poeta com verbo espontâneo
    uma pena em grande produção
    poesia pensada! Uso do crâneo
    sempre poeta em revolução

    Perante tantos poemas (20 só hoje) foi difícil escolher um só para comentar. Haja inspiração! Abraço.

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