15 de ago. de 2009

VOZ EMBARGADA

Noite Vazia
Voz embargada
Luz apagada
Ninguém na rua
Voz embargada
Lamentos
Que ninguém escuta
Noite
Sem sono
Sem voz
Sem ninguém
Noite
Sem luz
Sem esperança
Voz embargada
Reclamando com as paredes
A solidão
Que encarna e deixa
Voz embargada

2 comentários:

  1. Poeta Eduardo! Fiquei rendido à sua poesia, em tudo diferente do que tenho lido. Sua simplicidade, sem deixar de ser intenso, é impressionante. E a música ajuda... Parabéns pelo seu talento. Abraço.

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