
gosto desse seu jeito
rasgado
jeito livre
sem palavras articuladas
gosto das verdades
expostas
gosto da sua praticidade
objetivos
concretos
dos sonhos sólidos
essa força sua suave
e esse jeito
rasgado
todo seu
feito ventania
feito um sopro
respiração
gosto
e quando penso
sentir você
desaparece
some
sem rastro
nem sombras
gosto de você
e nem mesmo eu
sei porque
jeito rasgado, jeito seu
rasgado
jeito livre
sem palavras articuladas
gosto das verdades
expostas
gosto da sua praticidade
objetivos
concretos
dos sonhos sólidos
essa força sua suave
e esse jeito
rasgado
todo seu
feito ventania
feito um sopro
respiração
gosto
e quando penso
sentir você
desaparece
some
sem rastro
nem sombras
gosto de você
e nem mesmo eu
sei porque
jeito rasgado, jeito seu
Eduardus, em primeiro lugar, obrigada pela honra de receber um belo poema de um autor que conheci a pouco mais de 1 mês. Sim,creio que é mais um conhecimento sobre mim mesma, advindo de uma poeta que admiro. Aliás, uma das coisas que me chamou a atenção em teus versos, desde o primeiro dia que aqui entrei, foi este seu "jeito rasgado" tb de dizer, versejar, poetar. Minha produçao poética por vezes é muito etérea, sei lá, e talvez por isso gosto de lidar de forma mais prática no dia-a-dia, algo com o equilíbrio.
ResponderExcluirDetalhe: marcou muito ser de certa forma comparada ao vento (que amo), ao ar, ao prana, tudo energia. Expandir, eis a questão minha atual, paralelamente a um intenso percurso pelo meu Eu.
Abração, Luz e Sempre!